Magrela , camelo , bicicleta,
Não importa como se chama,
O que importa é acompanhar o poeta,
A qualquer lugar , até “levá-lo pra cama”.
Não importa como se chama,
O que importa é acompanhar o poeta,
A qualquer lugar , até “levá-lo pra cama”.
Toda estragada !
Toda quebrada !
Toda “zuada” !
Mas que por mim é muito utilizada!
Toda quebrada !
Toda “zuada” !
Mas que por mim é muito utilizada!
Me leva e traz de qualquer lugar,
Da menor a maior velocidade,
Pretendo nunca deixar de pedalar,
Não importa qual seja a minha idade .
Da menor a maior velocidade,
Pretendo nunca deixar de pedalar,
Não importa qual seja a minha idade .
Vermelho enferrujado , assim é ela ,
A fita do pneu que era branca ,
Ficou amarela ;P
Mas é minha , e ninguém me banca !
“5 cents” no aro pra dar um estilo,
Corrente caindo pra num perder o costume,
Mas sem ela eu não vivo ,
E dela eu tenho muito ciúmes.
A fita do pneu que era branca ,
Ficou amarela ;P
Mas é minha , e ninguém me banca !
“5 cents” no aro pra dar um estilo,
Corrente caindo pra num perder o costume,
Mas sem ela eu não vivo ,
E dela eu tenho muito ciúmes.
2 comentários:
Haha... Que da hora =) Nunca tinha visto um poema falando sobre isso. Mt bacana, parabéns! haha
Ah, queria ter uma bicicleta =/ Passear pelos campos, pela praia, ver a paisagem... zoar junto com uma pessoa no guidão... Nossa, que sonho... Ta, parei aioshais To dominando o espaço já
Parabéns, de novo hehe (:
Muito obrigado ! Esse foi um dos primeiros poemas, e como a minha bicicleta era o que mais me acompanhava, resolvi fazer ao pra ela... Agora ela está "tunada", talvez eu faça outro poema .
Abraços
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