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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Meu camelo, minha magrela, minha bicicleta

Magrela , camelo , bicicleta,
Não importa como se chama,
O que importa é acompanhar o poeta,
A qualquer lugar , até “levá-lo pra cama”.

Toda estragada !
Toda quebrada !
Toda “zuada” !
Mas
  que por mim é muito utilizada!

Me leva e traz de qualquer lugar,
Da menor a maior velocidade,
Pretendo nunca deixar de pedalar,
Não importa qual seja a minha idade .

Vermelho enferrujado , assim é ela ,
A fita do pneu que era branca ,
Ficou amarela ;P
Mas é minha , e ninguém me banca !

“5 cents” no aro pra dar um estilo,
Corrente caindo pra num perder o costume,
Mas sem ela eu não vivo ,
E dela eu tenho muito ciúmes.

2 comentários:

Paullo disse...

Haha... Que da hora =) Nunca tinha visto um poema falando sobre isso. Mt bacana, parabéns! haha
Ah, queria ter uma bicicleta =/ Passear pelos campos, pela praia, ver a paisagem... zoar junto com uma pessoa no guidão... Nossa, que sonho... Ta, parei aioshais To dominando o espaço já
Parabéns, de novo hehe (:

Henrique Ribeiro Lattanzi ® disse...

Muito obrigado ! Esse foi um dos primeiros poemas, e como a minha bicicleta era o que mais me acompanhava, resolvi fazer ao pra ela... Agora ela está "tunada", talvez eu faça outro poema .

Abraços

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